Problema


A crescente preocupação com a escassez hídrica e seus efeitos diretos às populações, reflexos da saúde ambiental do planeta, vêm mobilizando corporações, governos e sociedade na busca por modelos de gestão e mecanismos que possam ajudar a amenizar, coibir, ou até mesmo estancar tal situação de insuficiência dos recursos hídricos.

Em todo o mundo 40% de toda a água captada, tratada e distribuída são perdidas em nossas cidades esta situação deteriora a qualidade de vida das pessoas, principalmente as em em estado de vulnerabilidade, o meio ambiente e a capacidade de investimento dos governos nos sistemas de saneamento principalmente água e esgoto.

Esta situação não é diferente na Améria Latina e Caribe, por este motivo o combate ao desperdício de água potável desempenha importante papel neste contexto. Só para se ter uma ideia, em 2016 o Brasil jogou literalmente fora 38% de toda sua produção de água potável, o equivalente a quase 18 bilhões de litros de água por dia, com perda financeira de mais de R$ 10 bilhões ao ano e o volume equivalente a 7 mil piscinas olímpicas a cada dia, ou seja, 6 vezes a capacidade do sistema Cantareira (São Paulo).


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